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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Bombeiros: Corporação de Valença abastece em Espanha mas poupança já não cobre gastos com fogos


As viaturas dos bombeiros voluntários de Valença abasteciam mensalmente mais de 5.000 euros em gasóleo num posto espanhol, uma poupança de alguns euros que desapareceu por completo nos três primeiros meses deste ano.
"Poupávamos cerca de 100 euros por mês face aos encargos anteriores. Mas, em contrapartida, estamos a gastar mais 2.000 euros por mês no abastecimento, devido ao aumento exponencial dos incêndios florestais desde janeiro", explicou hoje à Lusa o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Valença.
Os consumos mensais das 15 viaturas que a corporação tem ao serviço, para o combate a incêndios e outros serviços, deveria rondar nesta altura os 5.000 euros mensais, enquanto na época de verão chegam aos 9.000 euros.
in Expresso

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Acidente em pedreira de Valença provoca um ferido grave


Um trabalhador de 59 anos ficou hoje  ferido com gravidade na sequência de um acidente numa exploração pedreira  de Valença e foi transportado de helicóptero do INEM para o hospital de  Viana do Castelo. 


Segundo fonte dos bombeiros contactada pela Agência Lusa, o trabalhador  foi atingido, cerca das 14:00, por um "deslizamento de pedras" numa pedreira  da freguesia de Boivão. 
"Estaria no local a trabalhar. Ficou ferido no membro inferior esquerdo,  com vários traumatismos", explicou a mesma fonte. 
Ao local do acidente, de difícil acesso, foram chamados meios dos Bombeiros  Voluntários de Valença, da viatura de Suporte Imediato de Vida do INEM,  de Melgaço, além da GNR. 
O homem foi transportado em estado considerado grave, através de um  helicóptero do INEM, para o hospital de Viana do Castelo, onde deu entrada  cerca das 15:50. 
in SIC

terça-feira, 8 de novembro de 2011

VALENÇA - Corporação de Bombeiros recebe 8 mil euros de "mega-festa" promovida pela população


Cerca de oito mil euros foi quanto a iniciativa "Valença Juntos por uma Causa" arrecadou, durante este fim-de-semana, para ajudar a corporação de bombeiros da cidade a adquirir novas viaturas de combate a incêndios. Modelos, actores de televisão, jogadores de futebol e Dj's nacionais contribuíram para uma "mega-festa", organizada por um grupo de cinco jovens valencianos. Pedro Ferreira, da organização, faz um balanço muito positivo, superando todas as expectativas iniciais, quer em termos de angariação de fundos, quer de adesão da população com cerca de 2 mil pessoas só no sábado. O sucesso da iniciativa leva a organização a ponderar repetir, mas só para o próximo ano. Pedro Ferreira sublinha que em tempos de crise não se pode exigir demais nem às populações nem aos empresários. O leilão da camisola autografada pelo craque português Cristiano Ronaldo arrecadou, domingo, 700 euros, juntando-se ao restante montante angariado ao longo dos dois dias, oito mil euros. A verba já foi entregue aos bombeiros municipais de Valença.
in Rádio Vale do Minho

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Valença Juntos por Uma Causa Moda, Dance Live Act e Muita Música



A mega festa “Valença Juntos por Uma Causa” promete animar o fim de semana, de 5 e 6 de Novembro, de Valença, no Mercado Municipal, em  prol dos Bombeiros Voluntários. Modelos, atores de televisão, jogadores de futebol e Dj's nacionais juntos por uma causa solidária.
Na noite de 5 de Novembro, a partir das 21h30, mega festa com a atuação dos dj´s Pedro Lima, Morat, Steven Rod, Vito D`Santi, Mariana Couto e do percurssionista Cheky. Uma noite de estrelas que contará com a presença de figuras públicas como Afonso Vilela, Pedro Carvalho, Kátia Aveiro, Verissima, André D`Almeida, Rute Duarte, Sara Dias, Nuno Capucho, Nuno Santos, Filipa Fornelos entre outros. 
A noite de sábado contará, ainda, com um desfile de moda infanto juvenil e Dance Live Act cargo das escolas de dança Adeixa e Dinamik.
No domingo o recinto do Mercado Municipal recebe às 10h uma arruada a cargo dos valencianos “Os Amigos do Bombinho” e a festa continua, à tarde, com a atuação dos ranchos concelhios, a partir das 15h00. Para as 17h00 está programado o leilão de camisolas autografadas e artigos oferecidos pelo comércio local. A tarde continua  animada com cantares ao desafio a cargo de Jorge Salgueiro e Pi D'Areosa, às 17h45 e um baile, às 18h30, animado pelos Dj´s Marco Cubilhas e Pedro Pagodes.  
"Valença Juntos Por Uma Causa" conta com o apoio da Câmara Municipal de Valença e têm como principal objectivo ajudar os Bombeiros Voluntários de Valença a adquirir novas viaturas para a ação da corporação no combate aos incêndios e demais serviços que presta.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Norte e regiões espanholas vão gerir meios

Duas regiões autónomas espanholas e o Norte de Portugal estão a desenvolver um projecto pioneiro que visa a gestão de meios em situações de emergência de forma «recíproca e imediata» entre os dois países, noticia a Lusa.
O projecto Assistência Recíproca Inter-regional em Matéria de Emergências (ARIEM 112) envolve, além da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, os governos e autoridades de protecção civil e de saúde das regiões espanholas da Galiza e de Castela e Leão.
«Prevê a assistência recíproca, imediata e conjunta entre as três regiões», explicou à Agência Lusa fonte ligada ao processo, após a reunião, realizada esta semana, entre as várias entidades envolvidas.
«Tem como objectivo estabelecer um mecanismo de colaboração entre os serviços de gestão e a mobilização de recursos em caso de emergências nas zonas implicadas, através da implementação de ferramentas comuns, como meios informáticos e de comunicação», acrescentou a fonte.
O ARIEM 112 prevê a sua implementação, em quatro fases, até 2012, num investimento de 400 mil euros, dos quais 300 mil serão comparticipados por fundos comunitários específicos para projectos transfronteiriços.
A primeira fase consistirá na análise dos métodos e modelos de gestão de emergências dos dois lados da fronteira, e vai agora avançar para o terreno, seguindo-se a elaboração de protocolos de actuação e «acordos de ajuda mútua».
«Haverá ainda uma fase de dotação de recursos comuns, formação e simulacros», concluindo com a avaliação de todo o projecto e objectivos.
Além de fixar protocolos de actuação e dotar de meios comuns, o ARIEM 112 «fomentará actividades conjuntas para potenciar o intercâmbio de experiências» e «tratará de minorar as disparidades existentes entre territórios relativamente aos recursos disponíveis nos respectivos serviços de emergência e salvamento», explicou ainda a fonte.
No campo do apoio em situações de emergência o exemplo mais flagrante é o de Valença, onde são já hoje os Bombeiros Voluntários locais a prestaram o primeiro auxílio e socorro à população de Tui e ao Parque Empresarial de Porriño, ambos do lado galego.
«O ARIEM 112 implementará protocolos de actuação permitindo a facilidade de coordenação nas intervenções de emergência para fazer face a situações de risco no âmbito da acção conjunta», concluiu a fonte.

in TVI

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Bombeiros da raia minhota vão apagar fogos à Galiza

Falta de meios do lado de lá dita a criação de vários protocolos com os espanhóis
Os bombeiros de municípios do Alto Minho que fazem fronteira com a Galiza acodem a cada passo a incêndios na região vizinha. A falta de meios do outro lado ditou a criação de fórmulas de colaboração que, em alguns casos, se traduzem até em protocolos.
Um veículo auto-escada oferecido há já alguns anos pelo Governo Regional da Galiza aos Bombeiros Voluntários de Valença, e que ainda hoje ostenta a sua matricula espanhola no parque de viaturas da corporação portuguesa, como que simboliza a colaboração que ao longo do tempo se foi estabelecendo entre as duas margens ao nível do combate a incêndios.
Um auxilio que, no computo geral, acontece de cá para lá e não tanto, ou quase nada, de lá para cá.
"Os espanhóis têm um sistema de Protecção Civil e de bombeiros diferente do nosso. Neste momento, têm pequenos grupos de bombeiros sediados nas zonas industriais e uma corporação em Vigo. Tradicionalmente, na zona da raia sempre se socorreram, particularmente dos bombeiros de Valença, para situações de incêndios urbanos e industriais", explica o presidente da direcção dos voluntários de Valença, Luís Coelho, lembrando que essa colaboração já se arrasta há vários anos a titulo não oficial, tendo recentemente acabado por ser formalizada através de um protocolo com a autarquia de Tui.
Em troca do auxílio prestado, em 2009, a corporação portuguesa recebeu daquele município um apoio financeiro de 4500 euros.
Espanhóis mandam a conta
Os bombeiros de lá são profissionais e, depois das ocorrências, mandam a conta. Nós, como somos voluntários, não cobramos pelo serviço que prestamos e esta é uma forma de os espanhóis reconhecerem o nosso trabalho", justifica Luís Coelho.
Do lado de lá, o reconhecimento é visível. "Tui dorme mais tranquilo e tem uma dívida de gratidão com os bombeiros de Valença, porque de cada vez que há algum problema de incêndio, eles estão lá", refere o vereador da Cultura da referida localidade galega, Moisés Rodriguez.
Embora a corporação de Valença seja a que mais "tradição" tem em acudir a fogos em habitações e zonas industriais da Galiza, os restantes municípios da raia, desde Vila Nova de Cerveira, a Monção e Melgaço, todos têm, ao que o JN apurou, um histórico de ocorrências a que deram resposta nos municípios galegos seus vizinhos.
Posto em Porrinho
Tominho, Salvaterra e Arbo são as localidades mais próximas a que vão sendo chamados, embora com a recente entrada em funcionamento de um posto de bombeiros em Porrinho, as solicitações aos portugueses tenham abrandado, tornando-se mais espaçadas no tempo.
in Jornal de Notícias

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Bombeiros de Valença poupam usando gasóleo galego

Cálculos fixam o valor amealhado em 30 mil euros por ano
A corporação de bombeiros de Valença fechou um acordo com um posto de combustíveis galego que permitirá à associação poupar cerca de 30 mil euros por ano ao abastecer as viaturas do outro lado da fronteira.

Já com o hábito estabelecido de fornecer todo o seu parque automóvel (30 viaturas) na Galiza, o que até agora rendia em média 25 mil euros de poupança anual, a corporação conseguiu negociar um contrato em que o litro do combustível lhe irá sair mais barato 0,045 euros.
"Abastecemos em Espanha e agora ainda com mais vantagem para a associação porque além do valor que encontramos nos preçários de lá, conseguimos negociar com um posto de abastecimento 0, 45 euros mais barato do que nos faziam até agora, ou seja, nove escudos na moeda entiga", declarou ao JN, Salustiano Faria, o presidente da direcção dos bombeiros de Valença, acrescentando que o acordo prevê, também, "um bónus para os nossos associados de 0,03 euros de desconto por cada vez que vão abastecer a viatura".
Actualmente, a corporação detém 30 viaturas, e todas são abastecidas em Tui, a localidade galega situada a pouco mais de um quilómetro do centro da vila de Valença. "Antes deste desconto, a poupança andava nos 25 mil euros por ano, mas com esta mudança pouparemos aí uns 30 mil", conclui Salustiano Faria.
Esta prática dos bombeiros de Valença traduz uma realidade incontornável nas zonas de fronteira: Os portugueses, particulares, empresas e instituições, são clientes assíduos dos postos de abastecimento espanhóis, devido à grande diferença de preços praticados dos dois lados do rio Minho. Além da corporação, é também sabido que, por exemplo, a Cruz Vermelha de Valença, além de dezenas de empresas do concelho se abastecem na zona de Tui.
Com as poupanças conseguidas, a fronteiriça corporação adquiriu, recentemente, uma nova viatura, que se apresenta como a "menina dos olhos" dos bombeiros valencianos: um auto-tanque da Mercedes, estimado em 168 mil euros. Segundo Salustiano Faria, é o segundo do género no país, tendo sido conseguido através de uma campanha (que rendeu perto de 120 mil euros), de apoios de emigrantes e da Autarquia local.
in Jornal de Notícias

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Colisão em Gandra provoca um morto

Um morto e três feridos graves é o resultado de uma violenta colisão, ocorrida na madrugada de terça-feira, em Gandra, Valença. Bombeiros falam em "descoordenação" na assistência, pelo INEM, instituto que rejeita as acusações.
Um morto e três feridos graves é o resultado de uma violenta colisão entre dois veículos ligeiros, ocorrida pouco depois da meia-noite de ontem, na Estrada Nacional 13, em Gandra, Valença. Segundo as autoridades, as causas do acidente estão, ainda, por apurar, supondo-se, no entanto, que uma das viaturas se tenha despistado - numa altura em que chovia intensamente na zona - e ficado atravessada na estrada, sendo, então, colhida pelo veículo que seguia em sentido contrário (Valença-Viana do Castelo).
Ao local acorreram, de imediato, os "Voluntários" de Valença, com uma dezena de veículos e mais de 20 homens, assim como diversas equipas do Instituto Nacional de Emergência Médica (que mobilizou três ambulâncias e um helicóptero). Apesar dos esforços, uma mulher de 31 anos, natural de Viana do Castelo (ver caixa), não resistiria a graves ferimentos, vindo a falecer.
Na mesma viatura seguiam mais duas pessoas, que sofreram ferimentos considerados graves. Lino Borges, de 37 anos, de Lanhelas, Caminha, foi conduzido ao Centro Hospitalar do Alto Minho, em Viana do Castelo, tendo Cláudio Vieira, de 27, também de Lanhelas, sido evacuado de helicóptero para o Hospital de S. João, no Porto. Ao volante da viatura que se terá despistado seguia Eugénio Gomes, de 20 anos, de Valença, que foi conduzido ao Hospital de S. Marcos, em Braga.
Segundo fonte do hospital portuense, Cláudio Vieira permanece internado no serviço de Traumatologia daquela unidade, em estado que inspira cuidados, ao passo que Eugénio Gomes encontrava-se, à hora de fecho desta edição, no serviço de Urgência do Hospital de S. Marcos. Lino Borges teve alta ontem à tarde.
A assistência ao sinistro motivaria uma crítica do segundo comandante dos "Voluntários" concelhios, Armindo Marques, ao INEM, relativa "à demora na tomada de decisões sobre os hospitais de destino (dos feridos graves)", situação que, para o responsável, mostrou uma "descoordenação total" dos meios envolvidos. O INEM rejeitou as acusações e disse que as vítimas "foram assistidas desde a primeira hora".
in Jornal de Notícias

Valença: Bombeiros criticam descoordenação no socorro a vítimas de acidente

O 2º comandante dos Bombeiros Voluntários de Valença, Armindo Marques, criticou hoje a "descoordenação total" dos meios envolvidos no socorro a um acidente de viação registado, de madrugada, de que resultou um morto e quatro feridos.
"O alerta para o acidente foi dado às 00:23 e o último ferido só foi evacuado para o Hospital de S. João, por helicóptero, às 03:45", afirmou Armindo Marques em declarações à agência Lusa.
Sustentou ainda que "houve uma descoordenação total" entre o CODU [Centro de Orientação dos Doentes Urgentes] e as equipas médicas presentes no local.
Contactado pela Lusa, o coordenador do CODU no Norte, António Tábuas, garantiu que as vítimas tiveram "desde a primeira hora" todos os cuidados médicos, primeiro através da ambulância de suporte imediato de vida (SIV) de Valença e, a partir da 01:00, do pessoal da viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Viana do Castelo.
"É preciso perceber que duas das vítimas tiveram que ser desencarceradas, após o que foram feitas, no local, todas as manobras para a sua reanimação e/ou estabilização, enquanto se concertava com os hospitais a sua disponibilidade para os receber. Tudo isto demora tempo, mas as vítimas sempre dispuseram de todos os cuidados médicos", frisou António Tábuas.
O 2º comandante dos Voluntários de Valença acusou ainda o CODU de ter "dado ordens para que nenhuma das vítimas fosse transportada para o hospital antes da chegada ao local do helicóptero do INEM, o que só aconteceu muito depois das 02:00".
"As vítimas estiveram todo este tempo retidas no local", acrescentou Armindo Marques.
No entanto o coordenador do CODU no Norte sustentou que para o local foi também destacada a VMER de Barcelos, para reforço da assistência às vítimas, face às dúvidas sobre a possibilidade de aterragem do helicóptero, uma vez que "chovia muito e estava muito nevoeiro".
Ressalvou ainda que se afigurava indispensável "perder algum tempo" no contacto com os hospitais, para aferir da sua disponibilidade para acolher os feridos.
"Enviá-los para o hospital de Viana do Castelo não adiantava de nada, já que o seu serviço TAC [tomografia axial computorizada] não funciona no período nocturno e não em serviço de neurocirurgia", disse.
Acrescentou que um dos feridos - uma mulher de 31 anos - acabou por morrer no local, vítima de paragem cárdio-respiratória, "apesar de terem sido feitas todas as manobras possíveis de reanimação".
O óbito foi confirmado no local às 03:51.
"As vítimas tiveram toda a assistência médica no local", reiterou o responsável do CODU.
Um dos feridos mais graves acabou por ser transferido para o Hospital de S. Marcos, em Braga, enquanto outro seguiu às 03:45, de helicóptero, para o Hospital de S. João.
Do acidente, e segundo o CODU, resultaram mais dois feridos, que os Bombeiros de Valença decidiram transportar primeiro para o Centro de Saúde local e, depois, para o Centro Hospitalar do Alto Minho, em Viana do Castelo.
"Fizeram-no sem nenhuma indicação do CODU, o que não é, de todo, o procedimento correcto", apontou António Tábuas.
O acidente registou-se na EN-13, em Gandra, Valença, e envolveu duas viaturas ligeiras, que terão colidido frontalmente, por causas ainda por apurar.
"A única coisa que se sabe é que o piso estava muito escorregadio, porque durante a noite choveu com intensidade", acrescentou a fonte dos bombeiros.
A vítima mortal é uma mulher de 31 anos natural da freguesia de Vila de Punhe, concelho de Viana do Castelo.
No local do acidente estiveram os Bombeiros Voluntários de Valença, com oito viaturas e 22 homens, uma ambulância de suporte imediato de vida e duas viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER), além do helicóptero do INEM.
in LUSA